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Recebi esse texto por e-mail. Minha mãe me mandou! Algumas coisas andam acontecendo na minha vida e tal e acho que ela achou que veio a calhar. E como mãe nunca erra! Essa acertou no OLHO!!
Com vocês o mestre Luis Fernando Veríssimo…
” Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:
“Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes”.
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.A pergunta ecoava na mente de todos: “Quem está nesse caixão”?
No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo… Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. “SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA… QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA.”
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando “você muda”.”
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A família dividia os cômodos da casa da vó de Beatriz. Um dos quartos era usado por eles e o restante dos cômodos divididos com a mãe e sogra. Já era tarde da noite. Ele, o pai, terminava de comer aquela sopa amarga e fria que sobrara do jantar. Ela, a mãe, derrubava sobre ele centenas de problemas que não tinham fim. A velha, a sogra, sorria como se fosse prazeroso vê-lo sofrer moralmente. Mas algo de muito sinistro estava para acontecer. Uma força interior, ou pelo menos o que restava, entrava em ebulição, seus ossos tremiam e seu coração disparava e toda aquela vibração saiu num grito de liberdade. CHEEEEEGGAAAAAA!!!!
Ela se calou. A velha tomou as dores e no mesmo instante o reprimiu. A briga foi feia, a discussão foi se arrastando até que a velha tomou sua decisão: Fora!! Saiam da minha casa, agora! Um silêncio grotesco tomou conta de tudo. Por um instante achei que tinha ficado surdo. Mas ela voltou a falar, agora num tom mais brando repetindo: Chega, eu quero que vocês saiam agora.
Ela, tentou num ato de desespero adiar a saída para o dia seguinte. Mas de fato nada adiantou. Ele virou as costas e foi até o quarto onde Beatriz dormia sem saber o que a atingia. Pegou o necessário, guardou numa mala. Encheu o carro com o que podia. E partiram os três sem destino.
- Para onde vamos! retrucava ela.
Enquanto Ele sem resposta desabou em lágrimas. Ficaram rodando a cidade sem rumo, pensando para onde iriam. O apartamento comprado na planta ainda estava a seis meses da entrega das chaves. A velha não os aceitaria de volta, nem mesmo eles voltariam depois deste dia. Uma mãe não expulsa uma filha assim de casa.
Terminaram sua noite em um hotel do centro da cidade.
A noite mais longa, o sonho mais triste.
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Tuti, Charlie, Med, Bozo e Fedô… onde vocês estiverem… meu cordial abraço.
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Hoje rolou um papo IRRITANTE no twitter que rendeu um post no blog do meu amigo @fabiofavaro (veja blog: http://www.fabiofavaro.com/blog/) e com certeza eu não poderia deixar de tecer meus comentários sobre o assunto.
Falávamos sobre a maneira como as pessoas tratam as outras que tanto “ATÓRAM” no twitter. São expressões “SUPERPRAFRENTEX” que surgem nos diálogos que acabam matando o desejo de continuar papeando, “NÉAM!”.
Outras expressões: “mara”, ““tendeu”, “tendi”,”néam”, “superacho”, “#fikdik”… dentre outras…
Pois é, este tipo de garota que te trata desta maneira, com certeza quando pegar mais intimidade. Falo de intimidade quando me refiro a um relacionamento homem mulher. Vai começar a te tratar como bebê e falar como criança. Desta maneira: “Vem ati cá mamã, vem!… Deita ati no meu colinho… mamã qué cafuné!”…
Pois bem… acho melhor cortar esse tipo de mal pela raiz… chega!! CHEGA!!! Fala que nem mulher! Não é assim que se seduz um homem… PORRA!!!
Tá dado o recado!!!
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A escuridão se torna clara quando você sorri. Com a brisa você trouxe a paz e me deixou mais calmo. Num lapso de tempo a vida me parece valer a pena. Só pelo fato de saber que você existe. Só pelo fato de você aparecer na hora certa. Como um anjo. As vezes acho que você não existe. As vezes tenho certeza. Mas quando seu sorriso surge assim tão oportuno as coisas começam a ganhar cor. O vento azul sintilante, a água púrpura, os pensamentos amarelo ouro, a saudade verde esmeralda, o amor rubro com carmim. Cores que preenchem a tela hora vazia.
Apareça mais vezes… suas cores me fascinam.
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A porta se fechou com o vento e nós dois que conversávamos normalmente dentro da sala por um instante silenciamos. Olhamos nos olhos um do outro e pressentimos juntos o clima que nos inpulsionou a ceder. O beijo aconteceu tímido, meio roubado, meio desejado, meio premeditado, mas aconteceu. E ao tocar seus lábios eu percebi toda a magia do esperar, do desejar e agora do desfrutar. Cada segundo era eterno e eu fiquei saboreando toda aquela energia mergulhado de olhos fechados no sonho. Aquele beijo era proibido. Os dois eram comprometidos. Aquele simples beijo magoaria alguém, profundamente. Como uma lança que espeta um coração partido. Foi pensando nisso que caímos em sí e o beijo acabou num instante. Ela levou a mão à boca e saiu correndo da sala. Eu fiquei ali sentado por mais alguns instantes, hora contemplando minha estupidez, hora contemplando a magia do seu beijo. Eu ainda passei a língua sobre meus lábios tentando me lembrar de você.
Lucy, seu beijo me levou entre as nuvens do céu junto ao brilho de reluzentes diamantes. Me leve de volta. Eu imploro.
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Fiquei esperando você me ligar. O telefone continua no mesmo lugar. Trezentos e doze dias e nenhuma chamada sua. Nem mesmo um sussurro. Eu derramei muitas lágrimas por você. E a saudade já corroeu até meus ossos. Amanhã exatamente as dezoito horas e dezesseis minutos completam trezentos e treze dias que você partiu dizendo que me ligaria quando tivesse uma resposta sobre a proposta que fizemos sobre nosso relacionamento. Será que ainda não conseguiu se decidir? Ou foi eu que não consegui acreditar que tudo acabou? Já não sei mais qual a cor do meu telefone diante da poeira que o cobriu. Já está na hora de desistir, eu penso. Já está mais do que na hora. Mas eu não consigo. Sempre que penso choro. Fui me deitar pensando em tudo que passamos juntos. Adormeci.
No dia seguinte acordei bem cedo e bem decidido. As dezoito horas tudo estaria preparado e aos dezesseis minutos tudo em chamas. Começei a recolher tudo que me fazia lembrar de você. Os lençóis, as toalhas, os discos, os bibelôs, os ursos de pelúcia, as roupas, seus pertences os meus. A casa foi ficando vazia e no quintal um monte de coisas se amontoavam numa grande pilha. Esvaziei um galão de água, peguei alguns trocados, tranquei a casa e parti para o posto de gasolina mais perto. Voltei com o galão cheio e o coração vazio. Conforme eu despejava a gasolina sobre a imensa pilha eu me esquecia de tudo.
O tempo voa, e já são dezoito horas do trigentésimo décimo terceiro dia. Fui até a cozinha e apanhei a caixa de fósforos. Os dezesseis minutos foram mais longos que o resto do tempo. Todas as lembranças voltaram pela última vez e então eu risquei o fósforo e atirei sobre a pilha que pegou fogo instântenamente e foi virando cinzas pouco a pouco.
Ainda fiquei alí sentado algumas horas assistindo sua partida.
Cinzas. Você agora se resume em cinzas.
Arquivado em: LEMBRANÇAS | Tags: 13 anos, Débora, olavo bilac, sétima série, sjcampos
A última vez que vi Débora foi no ginásio. A gordinha mais linda que eu já havia conhecido. Sua pele branca e seus cabelos longos e negros encantavam meus olhos. Acho que foi nesse tempo, em que admirei Débora, que começei a me encantar tanto por garotas. Mas não garotas comuns, mas garotas com o perfil de Débora. Branquinhas, gordinhas, lindas na simplicidade natural da beleza. Assim era Débora, a garota mais meiga e doce do colégio.
Foi o ano mais emocionante da minha vida adolescente em se tratando de amor. Eu estava na sétima série, com quase treze anos, na mesma classe de Débora. Isso era simplesmente fantástico. Eu não me lembro de ter dito a ela o quanto eu a admirava, o quanto eu a achava a garota mais interessante do mundo. Mas acho que ela deve ter percebido algumas das centenas de vezes que me perdia em sua beleza natural. Eu mergulhava de uma tal maneira que chegava até a sonhar.
E assim foi passando o ano de 1988. Eu sonhei com Débora, Desenhei Débora e flutuei com Débora pelo espaço mergulhado em devaneios e delírios de uma mente adolescente apaixonada.
Mas o tempo, o maior inimigo da paixão, passou. E levou Débora por caminhos que eu não trilhei. Nos separamos.
Cá estou eu sentado no balcão de uma padaria, a espera do meu rotineiro prato de comida, quando percebo parada ao meu lado mais uma vez, de volta a minha vida, trazida pelo acaso a doce e meiga Débora.
Ela havia se tornado uma maravilhosa mulher. Ainda tinha escorrido pelos ombros os longos cabelos negros. A sua pele branca ainda refletia a ternura de sua juventude.
-Eu me lembro de você! Seu nome eu jamais esqueci. Débora, não é mesmo? Disse em voz alta movido pelos batimentos acelerados do coração.
- Sim, e você… Ah! Eu me lembro de você. Estudamos juntos no ginásio. Seu nome é… Como é mesmo o seu nome? Perguntou Débora tentando se lembrar.
- André Marcos.
Conversamos o trivial. Antes dela partir, ainda trocamos alguns olhares e tímidos sorrisos. Eu, como de costume, não conseguia tirar os olhos dela.
A vida me agraciou mais uma vez com a ternura de Débora.







